Leva 3 minutos, você faz na frente de quem te vendeu — e descobre na hora se o que existe por trás é a API Oficial da Meta ou um Baileys disfarçado.
Por que isso virou epidemia no Brasil. O Baileys — e a Evolution API, que roda em cima dele — é o padrão de fato dos disparadores brasileiros. É tecnologia que funciona, e muita gente usa.
O problema não é usar Baileys. É vender Baileys dizendo que é a API Oficial — porque a dor que você tem (perder o número) continua exatamente onde estava. E quem paga a conta é o seu número, não o fornecedor.
Nada aqui contra concorrente: são testes técnicos. Rode em qualquer fornecedor, inclusive na gente.
Sinal de alarme: aparece um QR Code para você escanear com o celular.
Por quê: a API Oficial da Meta não usa QR Code em nenhum fluxo de conexão. No caminho oficial, chega uma mensagem da conta oficial do Facebook dentro do seu WhatsApp — você toca em “Conectar” e o app devolve um código para confirmar.
QR Code é pareamento de aparelho: é assim que se conecta uma sessão de WhatsApp Web. Ou seja, o famoso “disparador” que ficou famoso por derrubar número.
Sinal de alarme: o produto fala em “instância” — e cobra por quantidade de instâncias.
Por quê: na API Oficial não existe instância. Existe o número (com um identificador próprio) dentro de uma conta comercial da Meta.
“Instância” é o vocabulário de quem administra várias sessões de WhatsApp Web ao mesmo tempo — cada instância é uma sessão, cada sessão é um número que pode cair.
Sinal de alarme: ele responde “sim, fazemos isso” — e mostra grupos com centenas de pessoas.
Por quê: a API Oficial da Meta não cria grupo, não adiciona e não remove participante. O recurso oficial de grupos é restrito: só funciona por convite, com limite de 8 participantes, e não opera junto com a coexistência.
Se a plataforma mexe em grupos grandes de forma automática, ela não está na API Oficial — por definição. Não é opinião: é o que a API oficial permite e não permite.
Sinal de alarme: “uns R$ 0,05”.
Por quê: a tabela da Meta (rate card do Brasil, 2026) cobra US$ 0,0625 por mensagem de marketing entregue — cerca de R$ 0,34. Ninguém vende a R$ 0,05 e paga a Meta: ou não está na API oficial, ou está usando template de utilidade se passando por campanha.
E o outro lado da moeda: no atendimento, a Meta dá 1.000 mensagens de serviço gratuitas por mês por número. Quem atende (não só dispara) fica dentro das regras gastando muito pouco ou nada.
O que está por trás é sessão de WhatsApp Web (Baileys). Pode até funcionar por um tempo — mas o seu número está fora das regras da Meta e no mesmo risco de bloqueio de sempre.
Boa. Pergunte então pelo tipo de conexão e pelo nome do seu número no aplicativo oficial — um fornecedor oficial mostra isso sem enrolar.
O número é o ativo mais caro de quem vende no WhatsApp. É onde está a sua base, o seu histórico e o seu atendimento.
Quem opera por sessão de WhatsApp Web está a um logout de perder a conexão e a um bloqueio de perder o número — com a base dentro. E o bloqueio não escolhe o melhor dia: costuma chegar em pico de campanha.
Se o fornecedor não explica isso nesses termos, desconfie. É o fluxo da Meta, não uma preferência nossa.
Conectamos o número que você já tem na API Oficial, por coexistência — sem QR, sem chip novo, sem perder histórico.
Um agente que trabalha sozinho: atende, vende, agenda, cobra e recupera cliente — pronto no dia 1, você não monta nada.
Crédito pré-pago medido: 1 crédito = R$ 1. Você paga o que usar, sem módulo escondido e sem promessa de preço que não existe.
Suporte humano de verdade: quem cuida do seu agente tem nome e responde.
Diagnóstico grátis de 30 minutos: a gente analisa a conexão que te ofereceram, mostra quais sinais aparecem e o que isso significa para o seu número. Sem compromisso e sem você entender de Meta.
Começar teste grátis →Atendimento no WhatsApp · resposta em minutos · sem cartão de crédito